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Publirreportagem · Em parceria com LISSÉ

705 pessoas puseram os pés à frente de alguém. 86% tinham um problema.

Um guia honesto sobre o que acontece dentro de uma fissura no calcanhar — e sobre o que realmente interrompe o ciclo.

Um rastreio feito em farmácias de todo o país, da Madeira a Faro, avaliou os pés de 705 pessoas. Foi das primeiras vezes que alguém olhou para isto em Portugal com números em vez de impressões. E o retrato que saiu de lá diz menos sobre pés do que sobre o que fazemos com eles.

  • 86% das pessoas rastreadas tinham algum problema nos pés.
  • As três queixas mais frequentes foram fungos das unhas, pé de atleta e calos e calosidades.
  • Apenas 12% alguma vez tinha ido a uma consulta de podologia.
  • 73% de quem se inscreveu eram mulheres.
Rastreio realizado em farmácias de todo o país, com 705 participantes.
Pés descalços sobre um soalho de madeira
Oitenta e seis por cento. Não é uma minoria com um problema — é a norma com um assunto por tratar.

Oitenta e seis contra doze

Vale a pena pôr estes dois números lado a lado, porque é aí que está a história toda.

Oitenta e seis por cento das pessoas tinham alguma coisa. Doze por cento tinham alguma vez ido a um profissional. Ou seja: por cada pessoa que trata, há sete que têm e não tratam.

Não é falta de dinheiro — uma consulta de podologia custa menos do que muita coisa que se compra sem pensar. E não é falta de informação, porque quase toda a gente sabe que tem os calcanhares ásperos; não é preciso um exame para dar por isso.

É outra coisa, e é mais simples. Isto entrou na cabeça de toda a gente como uma questão de aspeto. Uma coisa de verão, de sandálias, de vaidade. E assuntos de aspeto tratam-se quando sobra tempo — o que quer dizer que ficam sempre para depois, e depois é sempre depois.

Três queixas, um só sítio

Repara na coincidência das três mais frequentes: fungos nas unhas, fungo da pele, e pele espessa. Parecem três assuntos diferentes, tratados por três produtos diferentes, em três prateleiras diferentes da farmácia.

São o mesmo sítio.

A pele espessa do calcanhar não é elástica como a pele fina. Quando seca, não estica — parte. E onde parte deixa de haver pele contínua, precisamente na zona do corpo que passa mais horas fechada dentro de um sapato: a mais quente, e a que menos areja.

Uma abertura, calor e humidade. São três condições que raramente se juntam noutro sítio do corpo, e é por isso que estas três queixas aparecem tantas vezes na mesma pessoa. Explicámos essa mecânica em detalhe noutro artigo, com os diagramas.

Mulher calça um sapato fechado com meia de algodão
Dez horas por dia num ambiente quente, húmido e fechado. É a descrição de um sapato — e também a de uma estufa.

Setenta e três por cento eram mulheres

Este número não quer dizer que as mulheres tenham mais problemas nos pés. Quer dizer que foram elas que se inscreveram.

É um dado sobre atenção, não sobre pés. São elas que dão por isso, que se incomodam, que aproveitam um rastreio gratuito na farmácia do bairro para pôr o assunto à frente de alguém. Os homens ficaram-se pelos restantes vinte e sete por cento — o que provavelmente diz mais sobre quem é que olha para os próprios pés do que sobre quem é que tem calos.

E há aqui uma ironia que vale a pena nomear: são as mesmas mulheres que passam anos a esconder os pés e a evitar mostrá-los a um profissional. A vergonha de ter os pés assim é exatamente o que impede de os tratar. É um problema que se protege a si próprio.

Há uma parte disto que não precisa de consulta nenhuma.

Cinco minutos em casa, e não é com pedra-pomes.

Vê a solução →

Porque é que volta sempre

Quem tem pele dura nos calcanhares já tentou resolver. Quase sempre da mesma maneira: esfregar. Com pedra, com uma lima, ao domingo, com força.

E ao fim de duas semanas está tudo igual.

A razão é contraintuitiva à primeira leitura e óbvia à segunda. A pele espessa é uma defesa contra pressão e fricção — o corpo põe camada onde sente atrito. Esfregar com força é atrito. Cada sessão tira a camada de cima e, no mesmo gesto, dá ao corpo o sinal de que ali é preciso mais proteção. A camada volta mais espessa do que estava.

Não foi falta de cuidado. Foi o cuidado a ser dado na direção errada, durante anos, sem que ninguém explicasse.

Diagrama do ciclo: pele dura, greta, esfregar, pele ainda mais dura
É por isso que resulta nos primeiros dias e nunca ao fim do mês.

O que interrompe o ciclo

Se o problema é a fricção, a saída não é fricção melhor: é remover a camada de forma uniforme e sem fazer força, com regularidade, e hidratar a seguir. Pele fina acompanha o movimento em vez de fender.

Um rolo micro-abrasivo motorizado faz exatamente isso — é o mecanismo do Lissé Pro 5. Cinco minutos, a seco, de três em três semanas, antes do creme. Não dói, porque a camada que sai não tem terminações nervosas.

Creme hidratante aplicado num calcanhar liso
Com a camada dura desbastada, o creme finalmente entra em vez de ficar a boiar por cima.

Não é definitivo, e quem prometer isso está a vender outra coisa: a causa não parou, e ao fim de três a quatro semanas volta a ser preciso. O que muda é a frequência, o tempo e o estado em que fica a pele no intervalo.

Os outros oitenta e oito

Voltemos aos números do princípio, porque há uma leitura deles que não é sobre saúde nenhuma.

Oitenta e seis em cada cem tinham alguma coisa. Doze tinham tratado. Os outros oitenta e oito não decidiram não tratar — nunca chegaram a pôr o assunto numa lista. Ficou no sítio onde ficam as coisas que envergonham: adiado, sem data, com a vaga intenção de tratar disso antes do verão.

E o preço disso não se paga em pés. Paga-se nas coisas que se deixaram de fazer sem dar por isso. As sandálias que ficaram na caixa. A casa dos outros onde não se descalça. O sítio na praia escolhido pelo lugar onde os pés ficam tapados. O pé que se afasta, na cama.

Nada disto se decidiu. Foi acontecendo devagar, e ao fim de uns anos passou a chamar-se «eu sou assim».

Não é. É uma camada de pele por tirar, e cinco minutos de três em três semanas — em casa, sentada, sem marcar nada com ninguém e sem mostrar os pés a ninguém para começar.

Doze em cada cem tratam disto com alguém.

Os outros oitenta e oito podem começar em cinco minutos, em casa.

Ver o Lissé Pro 5 →

Os dados citados referem-se a um rastreio realizado em farmácias portuguesas com 705 participantes. Este artigo é informativo e não substitui aconselhamento de um profissional de saúde. O Lissé Pro 5 remove pele espessa e seca; não trata infeções fúngicas nem qualquer outra condição. Quem tenha diabetes, problemas de circulação ou feridas abertas nos pés deve consultar um podologista antes de usar qualquer instrumento abrasivo.