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Publirreportagem · Em parceria com LISSÉ

Calos e calcanhares gretados não são só uma questão de estética. São uma porta aberta aos fungos.

Um guia honesto sobre o que acontece dentro de uma fissura no calcanhar — e sobre o que realmente interrompe o ciclo.

Toda a gente trata os calcanhares rachados como um problema de verão — feio, mas inofensivo. A pele conta outra história: uma fissura é uma barreira partida. Explicamos o que isso significa, sem drama e sem exageros.

Pés cuidados descansam sobre lençóis brancos
A pele do pé é a barreira que mais castigo leva no corpo inteiro.

A pele é uma barreira. E uma greta é um buraco nela.

A camada exterior da pele existe para uma coisa: manter cá fora o que não deve entrar. Bactérias, fungos, sujidade, água. Quando essa camada está inteira, funciona notavelmente bem.

O calcanhar é o sítio do corpo onde essa barreira está sujeita a mais castigo — peso, pressão, fricção, sapato fechado. A pele responde a engrossar. E é precisamente aí que começa o problema, porque pele muito espessa perde elasticidade. Ao contrário da pele saudável, que estica e acompanha o movimento, a pele endurecida não cede: fende. Basta o peso do corpo a cada passo.

Diagrama: pele cuidada versus pele espessa que greta
É por isso que as gretas aparecem nos calcanhares ásperos e quase nunca em pés de pele macia. Não é azar — é mecânica.

O que se instala numa fissura

Uma fenda no calcanhar reúne, ao mesmo tempo, três condições que raramente se juntam noutro sítio do corpo:

Uma abertura na barreira. A fissura expõe camadas que deviam estar protegidas. Se for funda o suficiente para sangrar — e muitas são —, está aberta ao que houver no chão, na meia, no chinelo do ginásio.

Calor. Um pé dentro de um sapato fechado passa horas a uma temperatura muito acima da do resto do corpo.

Humidade. É aqui que muita gente se surpreende: a pele espessa e as fendas retêm suor. A transpiração não evapora, fica presa entre camadas de pele dura e dentro das próprias fissuras.

Mulher calça um sapato fechado com meia de algodão
Calor, humidade e uma barreira aberta: a descrição exata do ambiente em que fungos e bactérias se dão melhor.

É esta a razão pela qual o pé de atleta e as micoses das unhas são tão comuns — e tão teimosos a desaparecer — em pés com calosidade acumulada. E é também a razão pela qual os podologistas insistem tanto num detalhe que parece menor: manter os pés com pele lisa e hidratada não é vaidade, é manutenção da barreira.

Não é impressão nossa: é o retrato do país

A Associação Portuguesa de Podologia levou a cabo um rastreio nacional gratuito em farmácias de todo o país — da Madeira a Faro, passando pelo Porto, Coimbra e Lisboa. Foram rastreadas 705 pessoas, naquele que o presidente da associação, Manuel Azevedo Portela, considera ser o primeiro retrato nacional sobre o assunto. Os resultados:

  • 86% das pessoas rastreadas tinham alguma doença nos pés.
  • As mais frequentes foram onicomicoses (infeções fúngicas das unhas), pé de atleta (infeção fúngica da pele) e hiperqueratoses — o nome clínico dos calos e das calosidades.
  • Apenas 12% tinha alguma vez ido a uma consulta de podologia.
  • 73% de quem se inscreveu no rastreio eram mulheres. São elas que se lembram dos pés — os homens ficaram-se pelos restantes 27%.
  • Extrapolando estudos europeus para a população portuguesa, só o pé de atleta afetará dois milhões de pessoas em Portugal.
Fonte: rastreio nacional da Associação Portuguesa de Podologia, realizado em farmácias entre 8 de junho e 17 de julho.

Repara na coincidência: as três queixas mais comuns são exatamente as três pontas do mesmo problema — os fungos das unhas, o fungo da pele e a pele espessa que lhes abre a porta. E quase ninguém trata disso com um profissional: doze em cada cem.

Há uma parte disto que se resolve em casa, em cinco minutos.

E não é com pedra-pomes, nem com creme, nem com lâminas.

Vê a solução →

O ciclo que quase ninguém interrompe

Aqui está a parte injusta. A reação instintiva a um calcanhar áspero é esfregá-lo com força — pedra-pomes, lima de metal, às vezes uma lâmina.

Só que a pele reage a agressão da única maneira que sabe: engrossa mais. Cada sessão de esfrega deixa micro-riscos, a pele lê isso como perigo, e a armadura fica ainda mais dura. Semanas depois, o calcanhar está pior do que estava — mais espesso, mais rígido, mais propenso a gretar.

Diagrama do ciclo: pele dura, greta, esfregar, pele ainda mais dura
Pele dura → greta → esfregar → pele mais dura → greta maior. E volta ao início.

O que interrompe o ciclo

A solução não é esfregar com mais força. É o contrário: remover a pele espessa de forma uniforme e sem agressão, com regularidade, e hidratar a seguir. Pele fina e flexível acompanha o movimento em vez de fender.

Um rolo micro-abrasivo motorizado faz exatamente isso. Gira depressa e desbasta a camada endurecida de maneira constante — sem os micro-riscos da pedra, sem o "tirar demais" de uma lâmina, e sem dor, porque a camada que sai não tem terminações nervosas.

Creme hidratante aplicado num calcanhar liso
Com a pele já desbastada, o creme finalmente penetra em vez de ficar a boiar sobre a dureza.

É o mecanismo do Lissé Pro 5, o removedor elétrico de calosidades que está a substituir a pedra-pomes nas casas portuguesas. Cinco minutos, a seco, de duas em duas semanas, antes do creme. O rolo é lavável e substituível — uma pedra-pomes húmida guardada na banheira nunca chega a estar verdadeiramente limpa; um rolo de instrumento, sim.

O resultado que se vê é cosmético e imediato: a aspereza sai, o calcanhar fica liso ao toque e a pele volta a ser flexível. O resto — manter a barreira inteira — é o que os pés fazem sozinhos quando a pele está em condições.

Três hábitos que os pés agradecem

Rotina em três passos: remover, hidratar, deixar respirar
Não é complicado. É só constante.

1. Remover a calosidade com regularidade, não à pressa quando já greta. De duas em duas semanas chega, e leva cinco minutos.
2. Hidratar sempre a seguir, com a pele já desbastada. É quando o creme serve para alguma coisa.
3. Deixar o pé respirar. Meias de algodão, calçado que não prenda humidade, e secar bem entre os dedos depois do banho.

Lissé Pro 5 a ser usado no calcanhar
Cinco minutos, a seco, de duas em duas semanas. A pele áspera sai à vista, sem dor.

Por onde começar hoje

Não é preciso mudar a vida. É preciso deixar de dar à pele um motivo para engrossar — e isso resolve-se em cinco minutos, de duas em duas semanas, sentada no sofá.

É o que está a mudar as rotinas de milhares de portuguesas que se cansaram de esfregar sem resultado.

O que mudou a rotina de milhares de portuguesas

Cinco minutos, de duas em duas semanas. Sem esfregar, sem lâminas e sem dor.

Vê a solução →