Publirreportagem · Em parceria com LISSÉ
Calos e calcanhares gretados não são só uma questão de estética. São uma porta aberta aos fungos.
Um guia honesto sobre o que acontece dentro de uma fissura no calcanhar — e sobre o que realmente interrompe o ciclo.
Toda a gente trata os calcanhares rachados como um problema de verão — feio, mas inofensivo. A pele conta outra história: uma fissura é uma barreira partida. Explicamos o que isso significa, sem drama e sem exageros.

A pele é uma barreira. E uma greta é um buraco nela.
A camada exterior da pele existe para uma coisa: manter cá fora o que não deve entrar. Bactérias, fungos, sujidade, água. Quando essa camada está inteira, funciona notavelmente bem.
O calcanhar é o sítio do corpo onde essa barreira está sujeita a mais castigo — peso, pressão, fricção, sapato fechado. A pele responde a engrossar. E é precisamente aí que começa o problema, porque pele muito espessa perde elasticidade. Ao contrário da pele saudável, que estica e acompanha o movimento, a pele endurecida não cede: fende. Basta o peso do corpo a cada passo.

O que se instala numa fissura
Uma fenda no calcanhar reúne, ao mesmo tempo, três condições que raramente se juntam noutro sítio do corpo:
Uma abertura na barreira. A fissura expõe camadas que deviam estar protegidas. Se for funda o suficiente para sangrar — e muitas são —, está aberta ao que houver no chão, na meia, no chinelo do ginásio.
Calor. Um pé dentro de um sapato fechado passa horas a uma temperatura muito acima da do resto do corpo.
Humidade. É aqui que muita gente se surpreende: a pele espessa e as fendas retêm suor. A transpiração não evapora, fica presa entre camadas de pele dura e dentro das próprias fissuras.

É esta a razão pela qual o pé de atleta e as micoses das unhas são tão comuns — e tão teimosos a desaparecer — em pés com calosidade acumulada. E é também a razão pela qual os podologistas insistem tanto num detalhe que parece menor: manter os pés com pele lisa e hidratada não é vaidade, é manutenção da barreira.
Não é impressão nossa: é o retrato do país
A Associação Portuguesa de Podologia levou a cabo um rastreio nacional gratuito em farmácias de todo o país — da Madeira a Faro, passando pelo Porto, Coimbra e Lisboa. Foram rastreadas 705 pessoas, naquele que o presidente da associação, Manuel Azevedo Portela, considera ser o primeiro retrato nacional sobre o assunto. Os resultados:
- 86% das pessoas rastreadas tinham alguma doença nos pés.
- As mais frequentes foram onicomicoses (infeções fúngicas das unhas), pé de atleta (infeção fúngica da pele) e hiperqueratoses — o nome clínico dos calos e das calosidades.
- Apenas 12% tinha alguma vez ido a uma consulta de podologia.
- 73% de quem se inscreveu no rastreio eram mulheres. São elas que se lembram dos pés — os homens ficaram-se pelos restantes 27%.
- Extrapolando estudos europeus para a população portuguesa, só o pé de atleta afetará dois milhões de pessoas em Portugal.
Repara na coincidência: as três queixas mais comuns são exatamente as três pontas do mesmo problema — os fungos das unhas, o fungo da pele e a pele espessa que lhes abre a porta. E quase ninguém trata disso com um profissional: doze em cada cem.
Há uma parte disto que se resolve em casa, em cinco minutos.
E não é com pedra-pomes, nem com creme, nem com lâminas.
Vê a solução →O ciclo que quase ninguém interrompe
Aqui está a parte injusta. A reação instintiva a um calcanhar áspero é esfregá-lo com força — pedra-pomes, lima de metal, às vezes uma lâmina.
Só que a pele reage a agressão da única maneira que sabe: engrossa mais. Cada sessão de esfrega deixa micro-riscos, a pele lê isso como perigo, e a armadura fica ainda mais dura. Semanas depois, o calcanhar está pior do que estava — mais espesso, mais rígido, mais propenso a gretar.

O que interrompe o ciclo
A solução não é esfregar com mais força. É o contrário: remover a pele espessa de forma uniforme e sem agressão, com regularidade, e hidratar a seguir. Pele fina e flexível acompanha o movimento em vez de fender.
Um rolo micro-abrasivo motorizado faz exatamente isso. Gira depressa e desbasta a camada endurecida de maneira constante — sem os micro-riscos da pedra, sem o "tirar demais" de uma lâmina, e sem dor, porque a camada que sai não tem terminações nervosas.

É o mecanismo do Lissé Pro 5, o removedor elétrico de calosidades que está a substituir a pedra-pomes nas casas portuguesas. Cinco minutos, a seco, de duas em duas semanas, antes do creme. O rolo é lavável e substituível — uma pedra-pomes húmida guardada na banheira nunca chega a estar verdadeiramente limpa; um rolo de instrumento, sim.
O resultado que se vê é cosmético e imediato: a aspereza sai, o calcanhar fica liso ao toque e a pele volta a ser flexível. O resto — manter a barreira inteira — é o que os pés fazem sozinhos quando a pele está em condições.
Três hábitos que os pés agradecem

1. Remover a calosidade com regularidade, não à pressa quando já greta. De duas em duas semanas chega, e leva cinco minutos.
2. Hidratar sempre a seguir, com a pele já desbastada. É quando o creme serve para alguma coisa.
3. Deixar o pé respirar. Meias de algodão, calçado que não prenda humidade, e secar bem entre os dedos depois do banho.

Por onde começar hoje
Não é preciso mudar a vida. É preciso deixar de dar à pele um motivo para engrossar — e isso resolve-se em cinco minutos, de duas em duas semanas, sentada no sofá.
É o que está a mudar as rotinas de milhares de portuguesas que se cansaram de esfregar sem resultado.
O que mudou a rotina de milhares de portuguesas
Cinco minutos, de duas em duas semanas. Sem esfregar, sem lâminas e sem dor.
Vê a solução →