Publirreportagem · Em parceria com LISSÉ
Sete coisas para os calcanhares. Seis falham exatamente pela mesma razão.
Um guia honesto sobre o que acontece dentro de uma fissura no calcanhar — e sobre o que realmente interrompe o ciclo.
Comprámos tudo o que se vende em Portugal para tirar pele dura dos pés — pedra, limas, cremes, bálsamo, e sim, também uma lâmina — e usámos durante dois meses. O que aprendemos não foi qual é a melhor. Foi que quase todas falham exatamente pela mesma razão, e que essa razão explica dez anos de tentativas.

Sete coisas, e nenhuma delas resolveu
Uma pedra-pomes. Uma lima de metal, daquelas douradas que raspam. Uma lima de plástico com lixa dos dois lados. Um creme de ureia. Um bálsamo caro que cheirava muito bem. Pauzinhos de laranjeira. E, no fundo da gaveta, uma caixa de pensos — porque houve um dia em que a paciência acabou e alguém pegou numa lâmina.
Se esta lista te parece familiar, não é coincidência. É a sequência quase universal: compra-se a coisa mais barata, não resulta, compra-se a seguinte, não resulta, e ao fim de uns anos há sete objetos guardados e o mesmo calcanhar de sempre.
A conclusão que quase toda a gente tira é que o problema é seu. Falta de paciência, falta de constância, "os meus pés é que são assim".
Não é. A explicação é mecânica e demora um parágrafo.
Seis das sete falham pelo mesmo motivo
A pele espessa não é sujidade nem descuido. É uma defesa: o corpo põe camada onde sente pressão e fricção, exatamente como põe calo na mão de quem trabalha com ferramentas. É um sistema que funciona, e funciona bem.
O problema é o que se faz a seguir. Esfregar com força é fricção. E fricção é precisamente o sinal que manda o corpo pôr mais camada naquele sítio.
Ou seja: cada sessão de pedra-pomes tira a camada de cima e, ao mesmo tempo, encomenda outra. Não igual — mais espessa do que a anterior, porque desta vez o corpo levou o aviso a sério. É por isso que resulta nos primeiros dias e nunca ao fim do mês, e é por isso que quem esfrega mais costuma ter pior.

Uma a uma, o que cada coisa faz de facto
Pedra-pomes (cerca de 3 €). Tira alguma coisa nos primeiros dias e depois deixa de tirar, porque a superfície porosa satura. Trabalha por fricção, portanto está no ciclo acima. E há um detalhe de que ninguém fala: uma pedra húmida guardada na banheira nunca chega a estar verdadeiramente seca nem verdadeiramente limpa.
Lima de metal (5 a 8 €). Tira mais do que a pedra. Também tira o que não devia — é fácil passar da camada dura para a pele viva sem dar por isso, e o que fica é uma zona sensível que vai engrossar ainda mais depressa para se proteger.
Lima de vidro ou de lixa (5 a 8 €). Menos agressiva, e por isso mesmo tira pouco de cada vez. Serve para acabamento em pele que já está fina. Numa camada instalada há anos, é uma colher de chá contra uma parede.
Creme de ureia (10 a 15 €). Aqui está a distinção que custa doze euros de cada vez: amolecer não é o mesmo que remover. A ureia hidrata e amacia a camada, o que é útil — mas a camada continua lá. Quem compra creme à espera de a ver desaparecer está a comprar a coisa certa para o objetivo errado.
Bálsamo (15 € ou mais). O mesmo, com melhor cheiro. Aplicado sobre uma camada espessa, fica praticamente a boiar: não penetra o que não consegue atravessar.
Pauzinhos de laranjeira. São para as cutículas. Não têm nada que ver com isto e toda a gente os tem na mesma gaveta.
Lâmina de raspar (3 a 6 €). Esta não está no ciclo — está noutra categoria. Remove mesmo, e é por isso que tenta. Também abre a pele com uma facilidade que só se percebe quando acontece, e uma abertura no calcanhar é uma abertura na zona do corpo que passa mais horas fechada dentro de um sapato. Foi daí que vieram os pensos. Não recomendamos a ninguém.
Há uma parte disto que se resolve em casa, em cinco minutos.
E não é com pedra, nem com creme, nem com lâminas.
Vê a solução →A conta que ninguém faz
Somando os preços de tabela do que estava naquela gaveta — pedra, duas limas e um creme — dá cerca de trinta euros. É quase o preço de um aparelho elétrico. A diferença é que ninguém os comprou no mesmo dia: comprou-os ao longo de anos, um de cada vez, sempre com a sensação de estar a gastar pouco.
É assim que esta despesa funciona, e é por isso que passa despercebida. Nunca é grande de uma vez, e nunca acaba. Some-se o bálsamo, e os quinze euros do creme seguinte, e a pedicure a que se recorre quando nada resulta.
O que muda a mecânica
Se o problema é a fricção, a solução não é fricção melhor: é remover a camada sem que seja preciso fazer força.
É isso que faz um rolo micro-abrasivo motorizado. Gira depressa e vai desbastando a camada endurecida de forma uniforme, sem os micro-riscos da pedra e sem o "tirar demais" de uma lâmina. Não dói, porque a camada que sai não tem terminações nervosas — é o mesmo motivo por que cortar as unhas não dói.

É o mecanismo do Lissé Pro 5. Cinco minutos, sentada, com uma toalha por baixo. A camada sai em pó — e vê-se sair, que é a parte que convence mais depressa do que qualquer descrição. O creme entra a seguir, e desta vez entra, porque já não tem uma parede pela frente.
A parte honesta
Não é definitivo, e desconfia de quem disser que o dele é. A causa não parou: continua-se a andar, a estar de pé, a calçar o mesmo. Ao fim de três a quatro semanas a camada começa a formar-se outra vez e é preciso repetir.
O que muda não é a pele deixar de engrossar. É passar a demorar três ou quatro semanas em vez de três dias, resolver-se em cinco minutos em casa, e não deixar a pele em carne viva de cada vez.

A gaveta, essa, fica vazia.
O que muda não é o pé
É o que se deixou de fazer por causa dele.
Ninguém decide esconder os pés. Vai acontecendo. Primeiro deixam-se de comprar sandálias abertas atrás. Depois passa a haver sempre um par de meias na mala, para o caso de ser preciso descalçar em casa de alguém. Depois escolhe-se o sítio na praia pelo lugar onde os pés ficam tapados. E um dia, na cama, afasta-se o pé.
Nenhuma destas coisas se decidiu. Foram todas acontecendo, uma de cada vez, tão devagar que ao fim de uns anos passaram a chamar-se «eu sou assim».
Não é assim. É uma camada de pele por tirar — tirada, durante dez anos, exatamente da maneira que a fazia crescer.
E a parte que interessa destas histórias nunca é o calcanhar liso. É o dia em que se descalça em casa de outra pessoa sem pensar duas vezes. É comprar as sandálias em maio pelo modelo, e não pelo que tapam. É deixar de fazer, todas as manhãs, a conta de que sapatos é que dá para usar hoje.
Isso não volta ao fim de três semanas. Isso, uma vez recuperado, fica.
Cinco minutos, de três em três semanas.
Noventa dias para experimentar em casa. Se não resultar, devolvemos o dinheiro.
Ver o Lissé Pro 5 →Os preços indicados são valores de tabela correntes em farmácias e superfícies comerciais em Portugal, a agosto de 2026, e servem de ordem de grandeza. O Lissé Pro 5 remove pele espessa e seca; não trata infeções nem substitui aconselhamento de um profissional de podologia. Quem tenha diabetes, problemas de circulação ou feridas abertas nos pés deve consultar um podologista antes de usar qualquer instrumento abrasivo.