Publirreportagem · Em parceria com LISSÉ
A dor nas costas nem sempre começa nas costas. Muitas vezes, começa num calcanhar.
O que os fisioterapeutas veem quando olham para os pés de quem chega com queixas de costas ou de joelho.
Parece um exagero, mas a mecânica é simples — e qualquer fisioterapeuta a explica em dois minutos. O corpo compensa aquilo que dói. E compensar tem sempre um custo, noutro sítio.

O corpo evita a dor sem pedir autorização
Faz esta experiência mental: imagina uma pedrinha dentro do sapato direito. Em três passos, já não pisas igual — desvias o peso para o bordo do pé, para a ponta, para o outro lado. Ninguém decide isto. O corpo faz sozinho, porque a prioridade dele é fugir da dor, não manter a postura bonita.
Uma greta funda no calcanhar tem, em pequena escala e durante meses, o mesmo efeito de uma pedrinha que nunca sai do sapato. Cada apoio do calcanhar incomoda, e o passo ajusta-se para incomodar menos.
Onde vai parar o desvio
O pé é o princípio de uma cadeia. Quando o apoio muda, muda tudo o que vem a seguir: tornozelo, joelho, anca, e por fim a zona lombar. É por isso que os fisioterapeutas passam tanto tempo a olhar para os pés de quem chega com queixas de costas ou de joelho — o sítio onde dói nem sempre é o sítio onde o problema começou.

Porque é que ninguém dá por isso
Porque é gradual. Uma greta no calcanhar não impede ninguém de andar; só torna cada passo ligeiramente menos confortável. A adaptação instala-se devagar, e ao fim de uns meses a nova forma de pisar já parece normal.
Quando as costas ou o joelho começam a queixar-se, ninguém liga uma coisa à outra. Há mil explicações mais óbvias: o colchão, a idade, o trabalho, o tempo. Os pés raramente entram na lista de suspeitos — e no entanto são a única parte do corpo que suporta todo o peso, o dia inteiro.

Há uma parte disto que não precisa de consulta nenhuma.
Leva cinco minutos, de duas em duas semanas, sentada no sofá.
Vê a solução →O calo também conta uma história
Vale a pena olhar para os pés com atenção uma vez por mês. A calosidade não aparece ao acaso: aparece onde há pressão a mais. Um calo sempre no mesmo ponto — o bordo exterior, a zona debaixo do dedo grande, um só calcanhar — é o mapa de onde o peso está a cair de forma desigual.

Muitas vezes a causa é banal e resolve-se sozinha: o sapato errado, a sola gasta, mais horas de pé do que o costume. Mas se a dor for persistente, ou se o desconforto ao caminhar durar semanas, vale mais uma consulta de podologia ou fisioterapia do que meses de tentativa e erro em casa.
A parte que está nas tuas mãos
Há um pedaço disto que é simples e não precisa de ninguém: manter os pés sem excesso de pele dura. Pele espessa fende; pele fina e hidratada acompanha o movimento e não parte. Um calcanhar liso não incomoda a cada passo — e o que não incomoda não obriga o corpo a compensar.
O erro habitual é atacar a dureza à bruta, com pedra-pomes ou lima de metal. A pele reage à agressão a engrossar ainda mais, e o ciclo recomeça pior do que estava. O que funciona é o contrário: remoção uniforme e sem agressão, com regularidade, seguida de hidratação.

É o que faz o Lissé Pro 5, o removedor elétrico de calosidades que está a substituir a pedra-pomes nas casas portuguesas: um rolo micro-abrasivo que desbasta a camada endurecida de forma constante. O calcanhar fica liso ao toque e a pele volta a ser flexível.
Não é um tratamento para as costas, e ninguém deve tratá-lo como tal. É cuidado dos pés — que, como se vê, é bastante menos trivial do que parece.

Começa pelo princípio da cadeia
Cinco minutos, de duas em duas semanas. Sem esfregar, sem lâminas e sem dor.
Vê a solução →Este artigo tem carácter informativo e não substitui aconselhamento médico. Dores persistentes nas costas, ancas, joelhos ou pés devem ser avaliadas por um profissional de saúde. Em caso de diabetes ou problemas circulatórios, a remoção de calosidades deve ser feita por um podologista: não uses removedores abrasivos sem indicação médica.